sexta-feira, 11 de novembro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Um problema chamado "Lixo Eletrônico"
A crescente dependência humana por aparelhos eletrônicos acabou criando mais um problema: o "Lixo eletrônico".
Para quem não sabe, Lixo eletrônico é o nome dado aos resíduos resultantes da rápida obsolescência de equipamentos eletrônicos (o que inclui televisores, celulares, computadores, geladeiras e outros dispositivos).
Esses aparelhos, quando descartados em lugar inapropriado, podem resultar em um grande prejuízo para a saúde e o meio ambiente pois possuem em sua composição metais pesados altamente tóxicos, tais como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo.
Em contato com o solo, estes produtos contaminam o lençol freático; se queimados, poluem o ar. Além disso, causam doenças graves em catadores que sobrevivem da venda de materiais coletados nos lixões, que não são o lugar apropriado para se descartar esse tipo de material.

O descarte de lixo eletrônico em lugares inapropriados ocorre por alguns motivos, entre eles a falta de costume do brasileiro em reciclar e a falta de lugares apropriados para receber esse tipo de lixo.
A reciclagem do lixo eletrônico além de preservar o meio ambiente evita que esses materiais sejam retirados constantemente da natureza.
Se você é um viciado em tecnologia e está sempre trocando seus eletrônicos pelos novos modelos que surgem todos os dias no mercado, lembre-se que de nada adianta estar bem amparado tecnológicamente se o ambiente em que você vive está degradado. Seja um pouquinho responsável e encaminhe seus antigos aparelhos para centrais de reciclagem adequadas.
Santos tem sete ecopontos de lixo eletrônico que recebem televisores (inclusive controles remotos), computadores (de qualquer tipo), telefones, celulares (sem bateria), DVDs, teclados, mouses e demais aparelhos do gênero. Por mês, esses locais encaminham para reciclagem 1,3 toneladas de equipamentos inutilizados. Cerca de 95% da composição deles – plástico, ferro, cobre, etc – consegue ser reaproveitada.
Veja para onde você pode levar seu lixo eletrônico:
Estação da Cidadania
Av. Ana Costa, 340, Campo Grande
UME Leonor Mendes
Pça. Fernandes Pacheco, Gonzaga
UME Olívia Fernandes
Pça. Fernandes Prestes, Estuário
Coordenadoria de Proteção à Vida Animal
Av. Nossa Sra. de Fátima, 375, Chico de Paula
Igreja S. João Batista
Pça Guadalajara, Morro da Nova Cintra
Jardim Botânico Chico Mendes
R. João Fracarolli, s/n, Bom Retiro
Santuário Santo Antônio do Valongo
Largo Marquês de Monte Alegre, s/n, Centro
fontes: G1, Wikipedia e Juicysantos
Esses aparelhos, quando descartados em lugar inapropriado, podem resultar em um grande prejuízo para a saúde e o meio ambiente pois possuem em sua composição metais pesados altamente tóxicos, tais como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo.Em contato com o solo, estes produtos contaminam o lençol freático; se queimados, poluem o ar. Além disso, causam doenças graves em catadores que sobrevivem da venda de materiais coletados nos lixões, que não são o lugar apropriado para se descartar esse tipo de material.

O descarte de lixo eletrônico em lugares inapropriados ocorre por alguns motivos, entre eles a falta de costume do brasileiro em reciclar e a falta de lugares apropriados para receber esse tipo de lixo.
Se você é um viciado em tecnologia e está sempre trocando seus eletrônicos pelos novos modelos que surgem todos os dias no mercado, lembre-se que de nada adianta estar bem amparado tecnológicamente se o ambiente em que você vive está degradado. Seja um pouquinho responsável e encaminhe seus antigos aparelhos para centrais de reciclagem adequadas.
Santos tem sete ecopontos de lixo eletrônico que recebem televisores (inclusive controles remotos), computadores (de qualquer tipo), telefones, celulares (sem bateria), DVDs, teclados, mouses e demais aparelhos do gênero. Por mês, esses locais encaminham para reciclagem 1,3 toneladas de equipamentos inutilizados. Cerca de 95% da composição deles – plástico, ferro, cobre, etc – consegue ser reaproveitada.
Veja para onde você pode levar seu lixo eletrônico:
Estação da Cidadania
Av. Ana Costa, 340, Campo Grande
UME Leonor Mendes
Pça. Fernandes Pacheco, Gonzaga
UME Olívia Fernandes
Pça. Fernandes Prestes, Estuário
Coordenadoria de Proteção à Vida Animal
Av. Nossa Sra. de Fátima, 375, Chico de Paula
Igreja S. João Batista
Pça Guadalajara, Morro da Nova Cintra
Jardim Botânico Chico Mendes
R. João Fracarolli, s/n, Bom Retiro
Santuário Santo Antônio do Valongo
Largo Marquês de Monte Alegre, s/n, Centro
fontes: G1, Wikipedia e Juicysantos
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Morre Steve Jobs, fundador da Apple
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Homem-zeitgeist

A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Do LSD ao MacO sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".
Saída da própria empresa

Mas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 1996, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.
fonte: G1quinta-feira, 29 de setembro de 2011
O Vale do Silício
O Vale do Silício (em inglês: Silicon Valley), na Califórnia, Estados Unidos, é uma região na qual está situado um conjunto de empresas implantadas a partir da década de 1950 com o objetivo de gerar inovações científicas e tecnológicas, destacando-se na produção de Chips, na eletrônica e informática.
O Vale do Silício abrange várias cidades do estado da Califórnia, ao sul de São Francisco, como Palo Alto e Santa Clara, estendendo-se até os subúrbios de San José.
A industrialização dessa região teve início nos anos 90, mas o impulso para o seu desenvolvimento se deu com a Segunda Guerra Mundial e principalmente durante a Guerra Fria, devido à corrida armamentista e aeroespacial.
Foram as indústrias eletrônicas do Vale do Silício que forneceram transistores para mísseis e circuitos integrados para os computadores que guiaram as naves Apollo.
Muitas empresas que hoje estão entre as maiores do mundo foram 
gestadas na região:
Apple, Altera, Google, Facebook, NVIDIA Corporation, Electronic Arts, Symantec, Advanced Micro Devices (AMD), eBay, Maxtor, Yahoo!, Hewlett-Packard (HP), Intel, Microsoft (hoje está em Redmond, próximo a Seattle), entre muitas outras.
fonte: Wikipédia
O Vale do Silício abrange várias cidades do estado da Califórnia, ao sul de São Francisco, como Palo Alto e Santa Clara, estendendo-se até os subúrbios de San José.A industrialização dessa região teve início nos anos 90, mas o impulso para o seu desenvolvimento se deu com a Segunda Guerra Mundial e principalmente durante a Guerra Fria, devido à corrida armamentista e aeroespacial.
Foram as indústrias eletrônicas do Vale do Silício que forneceram transistores para mísseis e circuitos integrados para os computadores que guiaram as naves Apollo.
Muitas empresas que hoje estão entre as maiores do mundo foram 
gestadas na região:
Apple, Altera, Google, Facebook, NVIDIA Corporation, Electronic Arts, Symantec, Advanced Micro Devices (AMD), eBay, Maxtor, Yahoo!, Hewlett-Packard (HP), Intel, Microsoft (hoje está em Redmond, próximo a Seattle), entre muitas outras.
fonte: Wikipédia
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
O filme "Piratas do Vale do Silício"
Piratas do Vale do Silício ou também Piratas da Informática (Pirates of Silicon Valley, no original, de 1999) é um filme feito para a televisão, pela TNT, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer, de Paul Freiberger e Michael Swaine, o filme oferece uma versão dramatizada do nascimento da era da informática doméstica, desde o primeiro PC, através da histórica rivalidade entre a Apple e seu Macintosh e a Microsoft, indo desde o Altair 8800 da empresa MITS, passando pelo MS-DOS, pelo IBM PC e terminando no Microsoft Windows.
O filme começa no início da década de 1970 e termina em 1985, pouco antes de Steve Jobs ser demitido da Apple por John Sculley.
Começando no campus da UCB (Universidade de Berkley) durante o período do Movimento
Liberdade de Expressão, o filme expõe as aflições dos amigos Steve Jobs (Noah Wyle) e Steve Wozniak (Joey Slotnick), que formariam a Apple Computer; e os estudantes de Harvard, Bill Gates (Anthony Michael Hall), Steve Ballmer (John Di Maggio) e o amigo de Gates, Paul Allen (Josh Hopkins), que criariam a Microsoft.
Gates, Jobs e Wozniak deixariam a universidade (Jobs foi na realidade, um estudante do Reed College) por um curto período, mas isto não é documentado no filme; Wozniak logo regressaria à UCB) para poder tomar o papel no crescimento da revolução dos computadores pessoais. O filme é narrado pelo ponto de vista de Wozniak e Ballmer.
Elenco:
Noah Wyle como Steve Jobs
Anthony Michael Hall como Bill Gates
Joey Slotnick como Steve Wozniak
John Di Maggio como Steve Ballmer
Josh Hopkins como Paul Allen
Gema Zamprogna como Arlene
Jeffrey Nordling como Mike Markkula
Allan Royal como John Sculley
Gailard Sartain como Ed Roberts
Marc Worden como Chris Larson
Marcus Giamatti como Daniel Kottke
fontes: Wikipédia e IMDB
Começando no campus da UCB (Universidade de Berkley) durante o período do Movimento
Gates, Jobs e Wozniak deixariam a universidade (Jobs foi na realidade, um estudante do Reed College) por um curto período, mas isto não é documentado no filme; Wozniak logo regressaria à UCB) para poder tomar o papel no crescimento da revolução dos computadores pessoais. O filme é narrado pelo ponto de vista de Wozniak e Ballmer.
Elenco:Noah Wyle como Steve Jobs
Anthony Michael Hall como Bill Gates
Joey Slotnick como Steve Wozniak
John Di Maggio como Steve Ballmer
Josh Hopkins como Paul Allen
Gema Zamprogna como Arlene
Jeffrey Nordling como Mike Markkula
Allan Royal como John Sculley
Gailard Sartain como Ed Roberts
Marc Worden como Chris Larson
Marcus Giamatti como Daniel Kottke
fontes: Wikipédia e IMDB
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Sobre o conteúdo do blog
O filme retrata o momento em que os jovens Steve Jobs e Bill Gates invadem o Vale do Silício, região conhecida por abrigar empresas com o objetivo de gerar inovações científicas e tecnológicas, e dão início a era da informática doméstica, com a criação dos primeiros computadores pessoais.
A criação do computador pessoal foi apenas uma das milhares de invenções tecnológicas feitas no Vale do Silício a partir da década de 50. A diferença entre essa e as outras invenções é o impacto social causado por ela.
A maioria das tecnologias desenvolvidas no Vale até a chegada dos piratas teve como foco as indústrias bélica e aeroespacial. Apesar da inegável importância dessas criações, elas ficavam restritas ao poder de empresas e governos.
A criação e popularização dos computadores pessoais levou a informática para dentro dos lares, possibilitando uma nova forma de interação entre as pessoas e uma maneira diferente de se relacionar. As milhares de possibilidades que um computador pessoal oferece foram criadas para facilitar nossa vida e estão conseguindo cumprir esse papel. Seja para informação, comunicação, lazer, educação ou qualquer outro propósito, a maneira como os computadores pessoais se tornaram indispensáveis para nós foi rápida e alterou profundamente nosso estilo de vida.
A influência da informática doméstica é tanta na sociedade atual, que especialistas dizem que estamos passando por uma nova revolução industrial.
Nós somos incapazes de dizer quais as consequências dessa mudança, por ainda estar vivendo ela. Os primeiros "nativos digitais" estão crescendo, e só saberemos como isso vai mudar nosso estilo de vida daqui a alguns anos.
O objetivo deste humilde blog é justamente discutir os efeitos dessa mudança no nosso cotidiano de uma forma descontraída, sempre com um pé atrás com os benefícios trazidos e tentando alertar as pessoas sobre o uso descontrolado da tecnologia.
Valorizamos um estilo de vida mais natural e menos viciado tecnologicamente. Com esse ideal em mente, vamos lutar contra a dependência da máquina, mas também reconhecer os benefícios que a tecnologia traz pro nosso dia-a-dia.

A criação do computador pessoal foi apenas uma das milhares de invenções tecnológicas feitas no Vale do Silício a partir da década de 50. A diferença entre essa e as outras invenções é o impacto social causado por ela.A maioria das tecnologias desenvolvidas no Vale até a chegada dos piratas teve como foco as indústrias bélica e aeroespacial. Apesar da inegável importância dessas criações, elas ficavam restritas ao poder de empresas e governos.
A criação e popularização dos computadores pessoais levou a informática para dentro dos lares, possibilitando uma nova forma de interação entre as pessoas e uma maneira diferente de se relacionar. As milhares de possibilidades que um computador pessoal oferece foram criadas para facilitar nossa vida e estão conseguindo cumprir esse papel. Seja para informação, comunicação, lazer, educação ou qualquer outro propósito, a maneira como os computadores pessoais se tornaram indispensáveis para nós foi rápida e alterou profundamente nosso estilo de vida.

A influência da informática doméstica é tanta na sociedade atual, que especialistas dizem que estamos passando por uma nova revolução industrial.
Nós somos incapazes de dizer quais as consequências dessa mudança, por ainda estar vivendo ela. Os primeiros "nativos digitais" estão crescendo, e só saberemos como isso vai mudar nosso estilo de vida daqui a alguns anos.
O objetivo deste humilde blog é justamente discutir os efeitos dessa mudança no nosso cotidiano de uma forma descontraída, sempre com um pé atrás com os benefícios trazidos e tentando alertar as pessoas sobre o uso descontrolado da tecnologia.
Valorizamos um estilo de vida mais natural e menos viciado tecnologicamente. Com esse ideal em mente, vamos lutar contra a dependência da máquina, mas também reconhecer os benefícios que a tecnologia traz pro nosso dia-a-dia.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Introdução ao projeto
Um salve à todos que nunca lerão o que será escrito de agora em diante.
Esse blog faz parte de um projeto proposto pela Profa. Valéria Vargas, para a matéria de Produção Sonora do 7° ciclo do curso de Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV pela Unimonte de Santos-SP.
O projeto propõe que criemos um blog, este aqui, para veicularmos notícias e um podcast, produzido por nós, relacionados ao filme "Piratas do Vale do Silício".
O grupo responsável pelo trabalho é composto pelos alunos Ana Carolina Santos, Gilmar Abbadie, Raphael Velloso e Vinícius Silva.
O projeto propõe que criemos um blog, este aqui, para veicularmos notícias e um podcast, produzido por nós, relacionados ao filme "Piratas do Vale do Silício".
O grupo responsável pelo trabalho é composto pelos alunos Ana Carolina Santos, Gilmar Abbadie, Raphael Velloso e Vinícius Silva.
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